Benchmark dos novos iPhone 12 são pouco animadores

Benchmark dos novos iPhone 12 são pouco animadores

17 Outubro, 2020 0 Por Joel Pinto

Na passada quinta-feira foram reveladas aquelas que são as primeiras pontuações da plataforma de benchmark, do AnTuTu, referentes ao Apple A14 Bionic, nomeadamente dos iPhone 12 e 12 Pro. Posteriormente, foram revelados alguns resultados do mesmo chipset, mas num iPad Air (2020), e demonstra que algo não está certo com o chip nos telefones.

Já não é a primeira vez que vemos os chips da Apple a alimentar tanto os telefones como os iPad, no passado vemos o A12X que alimentou o iPad Pro, que chegou dois núcleos extra e um GPU mais robusto. Mas, pelo que sabemos, este não é o caso do novo iPad Air, e da série iPhone 12, já que ambos usam o mesmo Apple A14. Há um Apple A14X a caminho, mas esse chip é supostamente destinado aos novos MacBooks.

O AnTuTu não lista as velocidades de clock da CPU e do GPU, no entanto, a julgar por esses resultados, parece revelar os chips dentro dos iPhones 12 têm uma frequência menor do que aqueles que estão dentro do iPad. Não é uma grande diferença, mas existem diferenças.

Se verificar a pontuação do iPhone 12, na verdade é um pouco menor do que aquela que temos no iPhone 11 Pro no benchmark do GPU, embora os números oficiais da Apple digam que o GPU  do Apple A14 é 8% mais rápido do que no Apple A13. Isso pode ser verdade para o iPad, na verdade a sua pontuação é 20% maior do que a do iPhone 11 Pro, mas os clocks mais baixos colocaram a série do iPhone 12 numa posição difícil.

Testes de Benchmark dos novos iPhone 12 revelam que a Apple desacelerou o A14 Bionic

Repare ainda, que tanto o iPhone 12 como o iPad Air (2020) que foram testados, contam com apenas 4GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, portanto a memória não deve ter afectado os resultados. Ambas os ecrãs funcionam a 60Hz, que é o mesmo que está presente no iPhone 11 Pro.

Os chipsets da Apple cresceram bastante, o A14 tem 11,8 biliões de transístores. Embora seja construído num processo de 5 nm, é um animal faminto e, portanto, a Apple provavelmente teve que diminuir as frequências devido ao calor gerado pelo mesmo, e considerações de durabilidade da bateria. Já o iPad tem uma bateria maior e mais metal no seu corpo para dissipar o calor.

VIA

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